Viagens passadas, presentes e futuras

Tulum e Cobá

Após visitarmos a incrível cidade de Chichén Itzá (Leia o post AQUI), nossa viagem ainda nos reservaria algumas outras maravilhas construídas pelos Maias.

Como estávamos em Cancún, agendamos um passeio de dia inteiro para conhecer as ruínas de Tulum e Cobá por 89 dólares por pessoa.

Tulum:
Tulum era uma importante cidade e um entreposto comercial utilizado pelos Maias no comércio marítimo. Foi construída no período pós-clássico Maia e fica localizada na região da Riviera Maya, a cerca de 2 horas de carro de Cancún. Tulum é hoje o terceiro sítio arqueológico mais visitado do México.

Cercada por uma muralha de pedras, a cidade era frequentada pela elite da sociedade Maia, formada basicamente pelos governantes e religiosos da época. Além das funções religiosas e cerimoniais do local, Tulum aos poucos se tornou um importante centro comercial da região, sobretudo do lado de fora da muralha, onde uma grande quantidade de pessoas das comitivas dos nobres aguardavam, já que não eram autorizados a entrar na cidade.

Logo ao passar pela muralha da cidade, a estrutura principal "El Castillo" já chama a atenção em meio a outras ruínas à beira de um penhasco.

El Castillo - Tulum

Chegando mais próximo, o contraste das ruínas com o mar caribenho mostra porque Tulum é considerado um dos sítios arqueológicos mais fotogênicos do país.



Descendo as escadas ao lado do templo, você terá acesso a uma praia de areias brancas e mar azul. Como estávamos no passeio guiado, não conseguimos ir à praia, mas o local estava cheio e parece ser uma opção para os que contam com mais tempo livre.

Após Tulum, seguimos viagem para Cobá.


Cobá:
Cobá era a grande cidade Maia da região na era pré-clássica. Estima-se que a população da cidade tenha alcançado algo em torno de 50 mil pessoas.

Como toda cidade grande, Cobá tinha casas, campos de jogo de bola e templos. A estrutura mais importante do complexo é a pirâmide Ixmoja, que é maior do que o templo de Kukulkan em Chichén Itzá. Porém, ao contrário do que acontece em Chichén Itzá, aqui se pode escalar a pirâmide, que infelizmente não se encontra em bom estado de conservação.



É importante ter em mente que a pirâmide fica a alguns minutos de caminhada do acesso principal do complexo arqueológico. Ao entrar, você tem a opção de ir caminhando, alugar uma bicicleta ou alugar uma espécie de "táxi Maia", onde o motorista vai pedalando até lá.

Aproveite para contratar o táxi Maia ou alugar uma bicicleta. Assim você poupa fôlego para escalar a pirâmide. A subida é muito íngreme, mas lá de cima temos uma visão privilegiada da imensidão da floresta que circunda o local.



Além de te levar até a pirâmide seguindo a "lei do menor esforço", o motorista do táxi Maia ainda vai dando algumas explicações sobre as estruturas encontradas ao longo do caminho (como o guia não nos acompanha nesse trajeto, a explicação foi fundamental). 

Ao final da visita, voltamos ao ônibus para mais uma parada do dia: Cenote Tankash Há.


Cenote Tankash Há:
Como já havíamos visitado o cenote Hubiku no dia anterior, já não ficamos tão impressionados com este cenote. Ao contrário do anterior, este cenote não possui abertura superior e se parece mais com uma grande caverna subterrânea. O acesso se dá por uma pequena escada lateral que conta com duas plataformas de mergulho na água gelada deste cenote.

Como o calor estava forte no dia em que visitamos, o mergulho no cenote foi ótimo para refrescar o dia.

Cenote Tankash Há

Ficamos cerca de 30 minutos no cenote antes de embarcarmos para a última parada do dia: Playa del Carmen, que contaremos em um post a seguir.

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